quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Programa Brasil Alfabetizado está com inscrições abertas no Piauí

Programa Brasil Alfabetizado está com inscrições abertas no PiauíO Programa Brasil Alfabetizado (PBA) está com inscrições abertas para jovens, adultos e idosos no Piauí. O programa foi criando em 2003 pelo Ministério da Educação (MEC) com o intuito de resgatar direitos como dignidade, cidadania, relações sociais, liberdade e inclusão cultural. O Brasil Alfabetizado é realizado em todo o território nacional, com o atendimento prioritário a municípios que apresentam alta taxa de analfabetismo.
Juciara Dantas, coordenadora do Programa Brasil Alfabetizado, informou que para participar é necessário que seja feita uma pré-matrícula nas Gerências Regionais de Educação (GRE). “As inscrições iniciam na segunda-feira (18) e acontece nos 224 municípios do Piauí, mas já podem ser feitas as pré-matrículas. Os documentos necessários são os documentos civis, mas mesmo que o aluno não tenha isso não impede a matrícula. Nosso foco mesmo é levar essas pessoas para a sala de aula, é incentivar a educação, pois depois que ele estiver dentro da sala ajudamos a resolver os outros problemas”, explicou.
Para a coordenadora o envolvimento da comunidade, da população é de grande importância na hora de incentivar esse aluno. “Essa é uma clientela complicada, que precisa de muita ajuda da família, da comunidade. São pessoas que por vários motivos não conseguiram entrar na escola quando eram mais novos e que não acreditam muito na educação. Temos conseguido muita coisa com a ajuda da comunidade, principalmente na orientação no momento de fazer a inscrição. Conseguimos trabalhar com vários aspectos, ajudamos inclusive na autoestima desses alunos”, contou.
A coordenadora afirmou que as inscrições são feiras nas GRE, mas também em igrejas, associações, escolas e outros locais de acesso da comunidade. “Estamos indo atrás dos alunos, pois muitas vezes é um pequeno detalhe que impede a matrícula como, por exemplo, o fato de falta de conhecimento, o medo, a vergonha e ao nos deslocarmos para ficar mais próximo conseguimos conversar e convencer. Estamos na luta para ajudar essas pessoas e reduzir o analfabetismo que ainda é muito grande por aqui”, disse a coordenadora.

G1

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