O MP solicitou ainda à Justiça que seja instaurado o chamado “incidente de insanidade mental” de Daniel, no qual peritos vão avaliar se o acusado sofre de distúrbios psicológicos. O pedido, no entanto, foi questionado por Uchôa, que pediu à promotoria outros esclarecimentos sobre a necessidade da avaliação psicológica de Daniel nessa etapa do processo.
A hipótese de Daniel sofrer de problemas mentais foi levantada pelo delegado Rivaldo Barbosa, da Divisão de Homicídios (DH), com base em depoimentos prestados por vizinhos da família. Um deles disse, por exemplo, que Daniel afirmou, após o crime, ter libertado o pai e tentado libertar a mãe. O acusado também falava palavras desconexas após ter matado os pais, num aparente surto. Mas o próprio delegado afirmou que ele não tinha como afirmar que o acusado realmente tinha distúrbios.
Ouvido pela DH, Daniel confessou o crime. Ele aplicou dois golpes de faca na própria barriga após esfaquear os pais. O acusado chegou a ficar internado no Hospital municipal Miguel Couto, na Gávea, mas já foi transferido para o Complexo de Gericinó, na Zona Oeste.
FONTE:
Extra
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