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terça-feira, 5 de maio de 2015

Taxista preso no DF após estupro diz que 'queria um carinho', afirma polícia

Cléber Caitano dos Santos assumiu a autoria do estupro, realizado no último sábado (2) (Foto: Gustavo Schuabb/G1 DF)Um taxista do Distrito Federal foi preso na noite do último sábado (2), em Valparaíso-GO, após estuprar uma mulher nas proximidades do Aeroporto de Brasília. Segundo a delegada-chefe da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), Ana Cristina Santiago, o suspeito afirmou que cometeu o crime porque “queria um carinho”."Ele dizia à vítima que não iria matá-la, queria apenas um momento de carinho", afirmou a delegada.
Ao ser apresentado aos jornalistas, Cléber Caitano dos Santos, 32, confessou o crime. Ele disse que estava sob efeito de álcool e cocaína. “Usei drogas antes do crime. Cometi um erro, mas vou cumprir. Me arrependo do fiz.”
Segundo a delegada, Santos não trabalha em nenhuma empresa cadastrada e atende passageiros a partir de aplicativos de taxis.
De acordo com a polícia, o suspeito abordou a vítima de 31 anos na parada de ônibus em frente ao Aeroporto JK. Ele ofereceu um serviço de “lotação” - com valor exato para um determinado lugar, mais barato do que o táxi.

Em depoimento, a vítima afirmou que Santos chegou que as portas estavam travadas e em seguida fez ameaças com uma arma e a obrigou a tirar a roupa enquanto parava o carro na Estrada Parque Dom Bosco (EPDB), ainda nas proximidades do aeroporto. Ela disse que permaneceu com o taxista entre 18h30 e 22h30.
A delegada afirma que a vítima foi abusada mais de uma vez. “Ela foi forçada a fazer sexo oral e anal com o taxista mais de uma vez. Entre os abusos, ele contava detalhes de sua vida e até mesmo seu apelido.” As informações relatadas à mulher possibilitaram que a polícia localizasse SantosApós ser violentada, a vítima foi deixada perto de um motel na entrada de Valparaíso e procurou a Polícia Militar de Goiás e a Deam. Segundo Ana Cristina, Santos foi detido em casa, e a esposa dele sabia do estupro. “Ao prestar depoimento, a esposa de Santos deu muitos detalhes do crime, não deixando dúvidas de que foi ele mesmo quem cometeu.”
A delegada orienta que os usuários do táxi prefiram os serviços de empresas cadastradas junto ao GDF. “Temos vários casos desse tipo envolvendo motoristas piratas. É sempre bom que o passageiro procure ligar para as empresas, pois lá há o registro de quem fez a viagem, aumentando a sua segurança.”
De acordo com o Sindicato dos Permissionários de Taxi e Motoristas Auxiliares do DF (Sinpetaxi), Santos tem a concessão autorizada de motorista auxiliar e terá a autorização cassada assim que o sindicato for notificado oficialmente sobre o envolvimento dele no crime. O sindicato também informou que o trabalho de renovação da autorização é anual e que é trabalho da Secretaria de Mobilidade verificar se o candidato a taxista tem antecedentes criminais.

A Secretaria de Mobilidade informou que para renovar a concessão o taxista ou motorista auxiliar deve apresentar uma certidão de nada consta. Segundo a pasta, Santos entrou na Justiça em 2013 e conseguiu uma autorização da 4ª Vara de Fazenda do TJDF para renovar a concessão como motorista auxiliar.
O suspeito vai responder pelo crime de estupro consumado e pode pegar seis anos de prisão. Ele já tem passagens por tentativa de homicídio e roubo. A Polícia Civil não soube informar o motivo de ele estar solto.
Táxi que era dirigido por suspeito de estuprar passageira perto do Aeroporto JK, em Brasília (Foto: Gustavo Schuabb/G1)Táxi que era dirigido por suspeito de estuprar passageira perto do Aeroporto JK, em Brasília
(Foto: Gustavo Schuabb/G1).

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