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segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Flamengo aproveita os erros da zaga e derrota Cruzeiro em 3 a 0 no Maracanã

O Cruzeiro ainda é o líder isolado do Campeonato Brasileiro, mas conheceu neste domingo uma realidade que ainda não havia vivido na competição: duas rodadas seguidas sem somar pontos. O responsável por isso foi o Flamengo, que se aproveitou de lambanças da defesa celeste, aplicou 3 a 0 no Maracanã e devolveu o resultado sofrido no primeiro turno, com gols de Dedé (contra), Canteros e Gabriel.
O resultado levou o time de Vanderlei Luxemburgo a 37 pontos, confortável no meio da tabela. Já o Cruzeiro parou nos 56 após as derrotas para Corinthians e Flamengo, e o Internacional se aproximar, com 50 pontos. São Paulo, com 49, e Atlético-MG, com 47, completam o G-4.
Na próxima rodada, os cariocas viajam até Curitiba para enfrentar o Atlético-PR. Já o Cruzeiro enfrenta o Vitória no Barradão. Os dois jogos serão no domingo, o primeiro às 16h e o segundo, às 18h30.
O equilíbrio dos primeiros minutos de nada adiantou para o Cruzeiro. Após um cruzamento despretensioso de Alecsandro, o zagueiro Dedé se "antecipou" a Fábio, sem nenhum flamenguista por perto no lance, e desviou para a própria rede. Com a vantagem no placar, o Flamengo se fechou e buscou sair no contra-ataque. O jogo foi para o intervalo com a vantagem mínima.
No intervalo, Dedé falou que "ele viraria o jogo" para compensar o erro fatal no primeiro tempo. Mas o outro zagueiro, Manoel, e o goleiro Fábio foram os protagonistas de outra falha bizarra. O defensor tentou proteger uma bola esticada, Fábio demorou a sair e Canteros, esperto, tocou entre as pernas do camisa 1 e finalizou, sem ângulo, para o gol vazio.
Com o Cruzeiro ainda atordoado, Alecsandro chegou à linha de fundo e cruzou para a área. Manoel, mal posicionado, nem viu Gabriel entrar livre e finalizar para o gol de Fábio, sem chances para o goleiro.
A partir daí, o jogo esfriou, as equipes diminuíram o ritmo. O líder Cruzeiro ainda teve que ouvir os gritos de "olé" da torcida do Flamengo, que se afasta novamente da "confusão", como Vanderlei Luxemburgo gosta de chamar a briga contra o rebaixamento.


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