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sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Paciente denuncia médico do Hospital Regional de Picos ao Ministério Público

Paciente denuncia médico do Hospital Regional de Picos ao Ministério PúblicoUma mãe buscou atendimento médico pediátrico para seu filho H.L.B, de 2 anos, no Hospital Regional Justino Luz, em Picos, por volta das 8h30 desta quinta-feira (20). Segundo a família, a criança necessitava de um procedimento de sutura para a retirada de espinhos de sua mão direita, ocasionado por uma queda de bicicleta no quintal de casa.
Após o acolhimento pela equipe de enfermagem, a mãe e a criança esperaram por cerca de duas horas pelo atendimento.
Diante da demora, a equipe de atendimento informou à mãe que o médico pediatra plantonista Silvio Francisco Silva estaria no hospital, porém, no momento se encontrava no centro cirúrgico.
Desconfiando da demora, a mãe ligou para uma amiga que trabalha ao lado do consultório particular do médico, que consultou a recepcionista da clínica. A funcionária teria afirmado que o pediatra estava no consultório em atendimento naquele momento.
Insatisfeita com a situação, a mãe dirigiu-se à 3ª Promotoria de Justiça do município de Picos e denunciou o caso, sendo atendida pela Promotora de Justiça Karine Araruna Xavier por volta das 11h35 da manhã de hoje.
Ao tomar conhecimento dos fatos, a reportagem do Portal Grande Picos procurou o médico no Hospital Regional Justino Luz. Ele não quis gravar entrevista, mas se pronunciou através de uma nota.
Segundo a nota, o médico em momento nenhum havia se ausentado das dependências do centro de atendimento. E no momento da chegada do paciente H.L.B., estaria em um atendimento de urgência no interior do hospital.
Ainda segundo ele, o HRJL encontra-se com uma deficiência no número de profissionais da área, tendo ele que atender três setores: urgência, centro cirúrgico e enfermaria.
Silvio Francisco Silva diz ainda que o caso do menino não era urgência e que o menor tinha um corpo estranho na mão, necessitando da avaliação do cirurgião, e não do pediatra.
De acordo com o pediatra, o caso era ambulatorial e classificado como ficha azul, o que é não urgente e pode ser atendido em um intervalo de tempo de até quatro horas.
Confira a nota na íntegra:
“O Hospital Regional de Picos encontra-se interditado pelo CRM por conta de, entre outras situações, a deficiência do número de pediatras, ficando um pediatra para responder por três setores: urgência, centro cirúrgico e enfermaria, havendo sobrecarga de funções. No momento da chegada do paciente, o médico estava em outra urgência no interior do hospital, lembrando que, o paciente não era urgência, tinha um corpo estranho na mão, o que necessitava de uma avaliação do cirurgião e não do pediatra, o caso era ambulatorial e classificado como ficha azul, o que é não urgente, e pode ser atendido em um intervalo de tempo de até quatro horas”.

Portal Grande Picos

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